A ARK Entertainment é a nova produtora da FSB Holding, com DNA de estúdio dedicada à realização de produções de grande porte para cinema, plataformas de streaming, TV e de produção de conteúdo. Sob o comando da executiva Mariana Ricciardi foto de abertura desta matéria -, a nova operação consolida a vertical de audiovisual do ecossistema FSB Holding, que conta ainda com a Santeria e a Aurora no segmento publicitário.
O significado de ARK, do hebraico “Tebah”, é veículo de transformação. Historicamente, a arca não era apenas um barco, mas um meio vital que flutuava sobre o caos para conduzir a vida a um novo começo.
A nova produtora surge focada na criação e retenção de Propriedade Intelectual (PI) e une o vigor criativo à robustez financeira, com a projeção de estruturar um Fundo de Financiamento da Indústria Cinematográfica (Funcine) de R$ 50 milhões no primeiro ano.
Segundo projeções da PwC, o gasto do consumidor com streaming e TV por assinatura no Brasil deve crescer de US$ 6,4 bilhões, em 2024, para US$ 9,5 bilhões até 2029, representando uma estimativa de alta de 48%. No cinema, o otimismo é confirmado pela ampliação do market share brasileiro, que subiu de 3,3%, em 2023, para uma projeção de cerca de 10% , em 2024-2025. Em 2025, o setor registrou 367 filmes brasileiros exibidos, gerando mais de R$ 200 milhões em renda. A expectativa é de que a bilheteria total no país salte de US$ 475 milhões, em 2024, para US$ 641 milhões em 2029 – alta de 35%.
Para Diego Ruiz, sócio da FSB Holding, o entretenimento hoje está diretamente ligado à construção de marca e reputação dentro de um ambiente altamente atrativo para as audiências. “Já enxergávamos esse território como estratégico e, considerando a carteira de clientes que temos, esse movimento fez todo sentido. Assim, aprimoramos nosso ecossistema e vamos consolidando a FSB Holding como um hub completo de soluções audiovisuais”.
A produtora adota o conceito de “futurologia” na seleção de projetos, antecipando comportamentos de consumo para ciclos de produção que podem levar até seis anos. No relacionamento com o mercado publicitário, propõe uma integração orgânica: marcas deixam de ser anunciantes para se tornarem “atores” das histórias, garantindo perenidade e conexão emocional com o espectador.
A ARK inicia suas atividades com mais de 10 projetos em desenvolvimento, incluindo coproduções internacionais com Espanha, Uruguai, Argentina e Chile.






















